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Lenda

LENDA DE SANTA MARTA

Reza assim a história...

Num belo dia, o Conde de Guillon, de origem francesa, mandou incendiar a capela em honra de Santa Marta, padroeira da Região Demarcada do Douro.

Depois de ter cometido tão grande sacrilégio, apareceu-lhe a Santa que o castigou, mandando-o plantar e trabalhar a vinha. Cheio de remorsos e envergonhado, tapou a face com a mão direita. Aos seus pés apareceu um corvo que simboliza o Mal.

Virando-se para a cultura da terra e plantação da vinha, foi cumprindo ao longo do longo ano a sua pena. Na vindima, mais contente, como mostra já o seu rosto iluminado, oferece à Santa as uvas que foram fruto do seu trabalho. A sua alma está agora em paz.

O Mal, representado pelo desgraçado corvo, desaparece para dar lugar às pombas brancas e ao cordeiro que representam a paz e a pureza.

E foi assim que o Conde de Guillon foi o primeiro a granjear a vinha na Região Demarcada do Douro.

Esta lenda deu origem a um lugar chamado de Santa Marta de Penaguião, que não será mais do que a junção das palavras Santa Marta, a Santa; pena, o castigo; e Guião, o mesmo que Guillon em francês.

 

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